O agronegócio brasileiro segue como um dos principais motores da economia, com exportações que somaram 8,3 bilhões de dólares em março, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O resultado representa alta de 1,1% na comparação anual, deixando o setor responsável por 26,6% das exportações totais do país no período. No acumulado do ano, a participação da agropecuária nas exportações brasileiras cresceu 2,4% em relação a 2025, reforçando a relevância estrutural do setor na balança comercial.
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A soja, principal produto do agro, lidera esse movimento. Em março, as exportações da commodity alcançaram 5,8 bilhões de dólares, equivalente a quase 20% de tudo o que o Brasil exportou no mês, com crescimento de 4,3% na comparação anual, impulsionado pela forte demanda internacional. Além da soja, outros produtos também registraram avanço expressivo, como algodão, trigo, frutas e animais vivos, indicando diversificação e resiliência do setor mesmo diante de desafios climáticos e logísticos.
Força do agro reforça tese do SNAG11
O movimento reafirma o Brasil como fornecedor estratégico da cadeia alimentar global, cenário que fortalece diretamente a tese de investimento do SNAG11, o Fiagro da Suno Asset. Segundo dados da gestora, o fundo conta com 129.401 cotistas, cotação em R$ 10,83 e registrou liquidez de aproximadamente R$ 2,6 milhões na última sessão disponível. A base de investidores tem crescido de forma consistente ao longo de 2026, sustentada por uma tese alinhada ao cenário atual do agronegócio.
A estratégia do fundo busca capturar esse ambiente: demanda externa aquecida, preços de commodities resilientes e o posicionamento estratégico do Brasil no comércio global de alimentos. Para o investidor de longo prazo, a conjuntura atual representa a materialização da tese que fundamenta o SNAG11. O ambiente internacional, marcado por disputas comerciais e rearranjos nas cadeias de suprimento, não apenas reduz riscos para o fundo como amplia sua relevância. Enquanto produtores de outras regiões enfrentam perda de competitividade, o Brasil amplia sua participação no comércio global, beneficiando diretamente fundos expostos à cadeia produtiva do agronegócio como o SNAG11.
SNAG11 lucra R$ 5,7 milhões em fevereiro
O SNAG11 distribuiu R$ 0,15 por cota em fevereiro, mantendo consistência na geração de renda e alinhado à evolução do lucro acumulado da carteira. No período, o fundo registrou resultado de R$ 5,77 milhões. Mesmo com desempenho robusto, a gestão optou por distribuir valores acima do lucro mensal com o objetivo de reduzir o saldo de reservas acumuladas. Após a distribuição, as reservas ficaram em R$ 0,12 por cota.