O CPTS11 anunciou a distribuição de R$ 0,09 por cota em dividendos, valor referente ao resultado apurado em janeiro de 2026.
A data-base para o recebimento dos proventos do CPTS11 é 11 de fevereiro, enquanto o pagamento está programado para o dia 20 de fevereiro de 2026, exclusivamente aos cotistas posicionados até a data de corte.
Os rendimentos distribuídos pelo fundo são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas e se mantêm no mesmo patamar pelo quinto mês consecutivo.
Com base no preço de fechamento de janeiro, de R$ 8,17, o dividendo anunciado representa um dividend yield mensal aproximado de 1,10%.
No relatório gerencial mais recente, a gestão do CPTS11 destacou que, considerando o cenário de mercado vigente à época — com a cota negociada a R$ 7,75 —, a expectativa era de manutenção das distribuições em torno de R$ 0,09 por cota nos meses seguintes.
Segundo a gestora, esse nível de distribuição equivalia a um dividend yield anualizado de aproximadamente 14,86% naquele contexto.
Em um cenário mais otimista, a projeção apontava para dividendos de R$ 0,10 por cota, o que corresponderia a um yield anualizado de 16,63%. Já em uma hipótese mais conservadora, a estimativa era de R$ 0,08 por cota, com yield anualizado de 13,12%.
Ao longo de 2025, o CPTS11 acumulou um dividend yield de 15,07% sobre o preço de mercado da cota e de 12,25% sobre o valor patrimonial.
A gestão ressaltou que o desempenho foi expressivo diante de um ambiente marcado por política monetária restritiva e juros elevados, com geração de alpha equivalente a CDI + 2,9% em relação ao CDI líquido, já descontado o imposto de renda de 15%.
Carteira de ativos do CPTS11
A carteira do CPTS11 combina exposição a crédito imobiliário e participação em fundos imobiliários. No segmento de crédito, o fundo mantém 11 operações, que representam 24,8% do total de ativos.
Dentro da carteira de crédito, o setor de shopping centers concentra 42,3% da exposição, equivalente a 10,5% dos ativos totais. Todas as operações foram adquiridas a uma taxa média de IPCA + 6,44%, enquanto a marcação a mercado indica IPCA + 8,49%.
Já a parcela alocada em fundos imobiliários é composta por 94 FIIs, que somam 71,0% dos ativos totais do fundo. Desse montante, 80,2% estão investidos em fundos de tijolo, enquanto 19,8% correspondem a fundos de papel.