O fundo imobiliário PSEC11 anunciou a distribuição de R$ 0,65 por cota em dividendos, valor referente ao resultado apurado no mês de janeiro.
Os rendimentos do PSEC11 serão pagos exclusivamente aos investidores que mantiveram posição no fundo até esta segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026. Para os cotistas elegíveis, o pagamento está programado para o dia 18 de fevereiro de 2026.
Os dividendos distribuídos pelo PSEC11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas e permanecem no mesmo patamar pelo terceiro mês consecutivo, reforçando a estabilidade da distribuição mensal.
Considerando a cotação de fechamento de janeiro, de R$ 64,17, o provento anunciado pelo PSEC11 representa um dividend yield mensal aproximado de 1,01%.
Conheça o fundo imobiliário PSEC11
O PSEC11 tem como objetivo principal investir em cotas de outros fundos imobiliários, adotando uma estratégia focada na diversificação por meio de diferentes veículos do mercado imobiliário.
De forma complementar, o fundo também pode alocar recursos em ações ou participações societárias, fundos de investimento em participações, fundos de ações e ativos de crédito imobiliário, como CRIs, FIDCs, letras hipotecárias, LCIs e LIGs, desde que esses instrumentos estejam alinhados às atividades permitidas aos FIIs.
Movimentações recentes e estratégia de alocação
Em relação às movimentações mais recentes, a gestão do PSEC11 detalhou a destinação dos aproximadamente R$ 115 milhões obtidos com vendas realizadas ao longo do mês de dezembro.
Desse montante, cerca de R$ 65 milhões foram direcionados para a aquisição do CRI WTC, enquanto R$ 15 milhões foram alocados em uma operação compromissada de curto prazo, com duração de até um mês, vinculada a outro FII e remuneração próxima a 200% do CDI. Essa operação foi encerrada já no início de janeiro.
Segundo a gestão, as movimentações realizadas em dezembro estão alinhadas à estratégia atual do fundo, que prevê a simplificação da carteira, com redução da exposição a FIIs considerados não estratégicos, e o aumento da alocação em CRIs. O objetivo é elevar a renda recorrente, potencializar os dividendos e reduzir a volatilidade para o investidor, enquanto as teses de ganho de capital em FIIs amadurecem.
Para o mês de janeiro, o planejamento contempla a venda de aproximadamente R$ 100 milhões em cotas de FIIs, com a destinação de cerca de R$ 85 milhões para oito novas operações de CRI.
Desse total, aproximadamente R$ 40 milhões devem ser alocados pelo PSEC11 em papéis indexados ao IPCA, com taxa média de IPCA + 9,6% ao ano, enquanto R$ 45 milhões devem ser investidos em operações atreladas ao CDI + 2,5% ao ano. Todas as operações contam com alienação fiduciária dos imóveis e perfil high grade, já presentes em outros fundos de papel da gestora.