O fundo imobiliário PSEC11 informou ao mercado a distribuição de dividendos no valor de R$ 0,65 por cota, referente aos resultados de fevereiro.
O pagamento de dividendos do PSEC11 será realizado em 16 de março, para os investidores posicionados até 9 de março, conforme a data-base estabelecida no comunicado.
Os rendimentos do PSEC11 seguem isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme a legislação aplicável aos fundos imobiliários.
O valor mantém o mesmo patamar do mês anterior e marca o quarto mês consecutivo com distribuição de R$ 0,65 por cota.
Considerando a cotação de fechamento de fevereiro em R$ 63,49, o provento representa um retorno mensal próximo de 1,02% sobre o preço de mercado.
Carteira atual do fundo imobiliário PSEC11
O fundo imobiliário PSEC11 tem como objetivo investir prioritariamente em cotas de outros fundos imobiliários. O fundo também pode alocar recursos em ações ou cotas de sociedades, fundos de participações, CRIs, FIDCs, letras hipotecárias, LCIs e LIGs, desde que esses ativos estejam alinhados às atividades permitidas aos FIIs.
Em janeiro, foram vendidas R$ 102 milhões em cotas de fundos imobiliários, o equivalente a cerca de 7% do patrimônio líquido.
Em quatro meses após a consolidação dos fundos HGFF11 e BPFF11, o total de vendas já soma R$ 318 milhões, o que representa aproximadamente 16% do patrimônio líquido. O número de posições em FIIs caiu de 118, ao final de setembro, para 92 atualmente.
Segundo a gestão do PSEC11, a estratégia atual tem dois pilares principais. O primeiro é reduzir a exposição a FIIs listados considerados não estratégicos e aumentar a alocação em CRIs, com o objetivo de fortalecer a geração de renda recorrente. O segundo é diminuir a volatilidade da carteira enquanto as teses com potencial de ganho de capital amadurecem.
A carteira do PSEC11 apresenta diversificação entre diferentes gestoras. A maior exposição está na Pátria, com 14%, seguida por CV Par, com 6,4%, e XP, com 5,6%.
Também possuem participação relevante na carteira do PSEC11 as gestoras BRL e TRX, com 5,3% cada, além de Valora com 5,1%, Mauá com 4,7%, Kinea com 4,5%, More com 4,4% e RBR com 3,9%. O grupo classificado como “Outros” representa 5,7% da carteira, além de uma fatia pulverizada entre gestores com participação individual inferior a 3,5%.