Os fundos imobiliários VGIP11, GAME11, NUIF11 e SNEL11 são os destaques do Radar do Dia desta quarta-feira. Na terça-feira, o IFIX encerrou o pregão em 3.904,60 pontos, com alta de 0,03% em relação ao fechamento anterior. Entre os mais negociados na sessão, o GARE11 registrou volume de R$ 1,5 milhão e alta de 0,12%, o CPTS11 movimentou R$ 1,24 milhão com queda de 0,25%, enquanto o GGRC11 teve volume de R$ 991,44 mil e recuo de 0,29%.
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VGIP11 confirma dividendo de R$ 0,73 por cota para abril
O VGIP11 confirmou o pagamento de R$ 0,73 por cota referente ao desempenho de março de 2026, com distribuição prevista para 20 de abril, destinada aos investidores posicionados até 13 de abril. Considerando o fechamento de março em R$ 80,25, o rendimento corresponde a um dividend yield mensal próximo de 0,91%, leve redução frente ao mês anterior, quando o fundo havia pago R$ 0,74 por cota. No campo operacional, 96,12% do patrimônio líquido estava alocado em CRIs ao final de fevereiro, distribuídos em 49 operações e totalizando cerca de R$ 1,028 bilhão investido.
GAME11 conclui 3ª emissão e avança em alocações
O GAME11 reforçou sua estratégia de alocação em ativos prefixados e concluiu um novo ciclo de captação em busca de maior estabilidade nos rendimentos. Em fevereiro, o fundo registrou resultado de R$ 0,09 por cota, impactado principalmente pela dinâmica do IPCA, principal indexador da carteira. A distribuição foi mantida em R$ 0,10 por cota com uso parcial das reservas, reduzindo o saldo acumulado para R$ 0,074 por cota. A gestão sinaliza a intenção de manter esse colchão como ferramenta para suavizar eventuais oscilações nos proventos.
NUIF11 entrega até 105% do CDI e investe em novos ativos
O NUIF11, FI-Infra da Nu Asset, registrou desempenho negativo em março, com a cota patrimonial recuando 1,6% e a cota de mercado caindo 0,9%, reflexo do ambiente de maior volatilidade e abertura de spreads no segmento de infraestrutura. O principal impacto negativo veio das estratégias de trading, que contribuíram com -1,8% no resultado, enquanto o movimento das curvas de juros adicionou pressão adicional de -1,3%. O cenário foi marcado por fluxo de resgates na indústria e menor demanda por ofertas primárias.
SNEL11 salta de 65 mil para 90 mil cotistas em três meses
Em menos de três meses, o SNEL11 saiu de cerca de 65 mil cotistas para ultrapassar 90 mil investidores, um crescimento de 25 mil pessoas somente em 2026. O avanço acompanha o aumento da visibilidade do fundo e a consolidação de sua estratégia em ativos de energia solar distribuída. Em termos de liquidez, apenas em fevereiro o volume negociado somou cerca de R$ 70 milhões, com média diária próxima de R$ 4 milhões.